Ciclismo Cultura

Amigos leitores, Gente Boa!!!

Essa página foi criada a partir de uma prosa que tive com o grande companheiro Oldy Mazzardo, enquanto tomávamos uma boa cerveja gelada e falávamos da importância de estarmos atentos às nossas verdadeiras ideologias e filosofias de Vida - sendo necessário, para tanto -, que façamos parte de grupos de amigos que sejam verdadeiros "Seres Pensantes" e entusiastas engajados na AÇÃO! Inspirado nesse "irmão" -  eloquente cicloturista e idôneo ativista -, surgiu a idéia da elaboração dessa página, cujo conteúdo estará realacionado à bicicleta como meio de transporte (ou seja, não apenas como meio de lazer!!!) e todas as ações que brotam a partir do CICLOATIVISMO, dentre as quais - sem qualquer sombra de dúvida -, insere-se a CULTURA!!!!

Àqueles que quiserem expressar seus ideais e manifestos, desde já faço meu convite para que participem da redação dessa página. Os textos poderão ser enviado para atelieguivogel@gmail.com 

Beijos e abraços nos vossos Corações!!!
Gui Vogel - Curitiba, 10 de janeiro de 2012

"Menos carros, mais bicicletas!!!!" 

"Menos gasolina, mais adrenalina!!!!" 

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Site reúne rotas para descobrir São Paulo de bicicleta

 

   Agora ficou mais fácil an­dar de bicicleta em São Paulo. Hospedado no endereço www.cidadedesaopaulo.com/ciclofaixa, o site São Paulo Turismo Bicicleta foi criado por causa do sucesso das ciclofaixas de lazer, instaladas na cidade aos domingos e feriados. De acordo com o diretor da SPTuris, Arley Ayres, São Paulo vai juntar-se a outras grandes cidades do mundo que oferecem aos turistas a oportunidade de conhecer as principais atrações sob duas rodas. “A grande vantagem do site é que ele compila todas as informações mais importantes em um lugar só”, diz.
    Na página, o turista encontra mapas que mostram todas as ciclofaixas, ciclovias e ciclorrotas do município. Há também uma lista dos parques onde se pode pedalar e uma seleção de bicicletários e paraciclos disponíveis.
    Quem precisar alugar bicicleta terá acesso às regras de empréstimo tanto do projeto Bike Sampa quanto das bikes da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e da Com­panhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
     Em recente pesquisa feita pela SPTuris, foi constatado que 92% dos ciclistas que utilizam a ciclofaixa de lazer são paulistanos, o que faz Ayres acreditar que o site será útil também para os moradores da cidade. “Nosso foco principal é o turista, mas quem mora em São Paulo vai usar muito”, diz.
    Para o cicloativista Willian Cruz, o fato de o site ter sido criado pela Secretaria de Turismo e não pela Secretaria de Transportes é um sinal de que a bicicleta é importante para atrair pessoas para a cidade. “É um reconhecimento de que a bike é um chamariz de gente”, afirma.
    O diretor do Ciclocidade Thiago Bennichio faz uma única ressalva à página. Segundo ele, há uma confusão do termo ciclofaixa que, no site, é apresentado como o evento que acontece todos os domingos e feriados na capital. “A ciclofaixa descrita no código de trânsito é mais complexa, exigiria obras de engenharia e é uma alternativa para a cidade. Utilizar esse nome acaba desviando o interesse da população por essa ferramenta que está no código de trânsito.” Ele recomenda apenas que seja discriminado no site as diferenças entre ciclofaixa e ciclofaixa de lazer.

 

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Serra Verde Express aluga bicicletas em Curitiba


     A Serra Verde Express, concessionária do passeio de trem pela Serra do Mar, oferece bicicletas para aluguel e um tour de bike guiado em Curitiba. Quem quiser conhecer a capital sobre duas rodas, paga R$ 40 por dia (ou R$ 25 por quatro horas). Na outra opção, o passeio custa R$ 50 e inclui um guia bilíngue, a bicicleta, o capacete, água e assistência mecânica. O veículo deve ser retirado e devolvido na sede da empresa, na Rodoferroviária. Informações pelo fone (41) 3888-3488 ou no site www.serraverdeexpress.com.br.

 

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Pedalada dos 100 Anos da UFPR

 

     Como parte do calendário pela comemoração de 100 anos de criação da primeira universidade do país, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) promove neste domingo uma pedalada comemorativa.
A Pedalada dos 100 Anos passará por vários endereços da UFPR espalhados pela cidade, inclusive no primeiro prédio da Universidade, onde hoje se encontra o shopping Omar.
    A ação é uma iniciativa do Programa Ciclovida da UFPR, núcleo de pesquisa voltado ao estudo da bicicleta. “Além de comemorar o centenário da Universidade, esse passeio ciclístico serve também para reafirmar o apoio da instituição à bicicleta enquanto um agente transformador desta situação urbanística que está quase chegando ao extremo do caos motorizado”, diz o coordenador do Ciclovida.
    Belotto lembra ainda que, apesar de ser um dos maiores polos formadores de tráfego na cidade, a universidade não ensinou seus alunos de engenharia e arquitetura a planejarem para a bicicleta. "Essa situação já está sendo revertida, pois além de possuir programas voltados para a questão da mobilidade urbana, no curso de Arquitetura, por exemplo, já existe na grade curricular a disciplina de Cidade e Meio   Ambiente, que possui um módulo específico para tratar da bicicleta", diz Belotto.
     No início de maio, a UFPR inaugurou 300 paraciclos, criando 600 vagas para bicicletas nos câmpus Jardim Botânico e Politécnico, também como parte do programa.
   Os participantes da pedalada concorrerão a duas bicicletas e vários brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Serviço
Pedalada dos 100 Anos da UFPR
Local: Praça Santos Andrade, em frente ao Prédio Histórico da UFPR;
Horário: concentração às 9 e saída às 10 horas.
Evento gratuíto, aberto para adultos e crianças

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EM DUAS RODAS
                              - A MOEDA DA VIDA -
                                                                    OLDY MAZZARDO

      Durante uma longa viagem em bicicleta, tem-se muito tempo para meditar sobre questões metafísicas. Convido-os a participar de uma destas reflexões.
 
     Na sociedade atual os homens são classificados dentro dos limites estabelecidos pelo dinheiro. Nesta sociedade, delineada à imagem do nefasto TODO PODEROSO CAPITAL, ditam-se leis que permitem comprar respeito, amizade, justiça, poder e muito mais. Acreditam alguns ainda que seja possível adquirir até estados de espírito como autoconfiança, amor, felicidade. Estes bens etéreos que não estão disponíveis nas prateleiras dos supermercados parecem estar atrelados a um alto padrão, das coisas finas da vida, pelo menos na visão que nos ensina o marketing consumista coorporativo.
    A vida, por este ponto de vista, parece-me muito injusta. NESTES TERMOS, NUNCA ESTAREMOS TODOS NO MESMO PATAMAR. Apesar de o dinheiro ser uma fonte renovável, ele é também muito volúvel. É possível obtê-lo e também gastá-lo, sendo a segunda opção muito mais fácil do que a primeira. Com muito esforço, o capital pode ser adquirido pelo cidadão comum, porém as chances de obtenção são maiores para aqueles que já possuem muito dinheiro e controlam o mercado. Basta ver o que aconteceu na última crise mundial, onde milhões de trabalhadores perderam seus empregos e suas casas enquanto os banqueiros e o alto escalão de executivos das instituições financeiras permaneceram com seus muitos milhões.
     Existe, porém, uma moeda de troca muito mais significante que o dinheiro, o tempo. O tempo lhe permite usufruir o bem mais precioso de todos... A AVENTURA DA VIDA. Para desfrutar da vida, não há necessidade de muito dinheiro ou comodidades materiais, apenas de tempo, e este é gratuitamente distribuído para todos os seres vivos.
      O tempo, diferentemente do dinheiro, não é um bem renovável. Se pensarmos no tempo com um fim nele mesmo, este é infinito, mas no que concerne à vida humana, é limitado. O tempo que passou não pode ser recuperado. A quantidade de tempo disponível para cada pessoa no planeta difere, entretanto, isto não é o mais importante. O que realmente importa é a qualidade com que gastamos este tempo.
     Se reorientássemos nossas prioridades, utilizando o tempo que despendemos com o planejamento de como ganhar e gastar nosso dinheiro, para o planejamento de nossas ações para como utilizamos o nosso tempo, nossa riqueza não teria limites. O tempo, diferentemente do dinheiro, não pode ser economizado para ser utilizado no futuro. Ele acontece no presente, sem se importar com o grau de consciência do indivíduo que o gasta.
     O mais bonito nisto tudo, é que em determinado momento, quando botamos a mão nos bolsos da vida, não encontramos diferenças, pois o tempo avança na mesma velocidade para todos. Isto é talvez, a única coisa que realmente nos unifica, dentro de nossa limitada capacidade de entendimento das leis universais.
      A percepção da velocidade do tempo, todavia, é relativa. Aqueles que o utilizam de forma intensa e variada adquirem muito mais memórias e experiências, dando a impressão de que ele transcorre mais lentamente; enquanto que para quem vive a rotina diária ficam registrados apenas os episódios marcantes como as festas de aniversário, comemorações de natal, e assim por diante, dando a impressão de que o tempo voa. Lembra-se daquela sensação de que o ano passou muito rápido? Tive a sensação contrária no ano em que estive na estrada longe das rotinas diárias.
      Dentro desta perspectiva, o tempo é então, a moeda da vida. Aproprie-se do seu tempo e lembre-se, gaste-o com inteligência.
Referência:
Documentários:

The Corporation, Mark Achbar e Jennifer Abbott

The Inside Job, Diretor Charles Ferguson

Livro:

The Currency of Life,  Mark E. Klein

 

 

 

 

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dos pré-candidatos à Prefeitura de Curitiba
A Gazeta do Povo publicou, no início desse ano, uma série de entrevistas com os pré-candidatos à Prefeitura de Curitiba.
Embora sequer os nomes da disputa estejam oficialmente definidos -- o que só vai ocorrer após as convenções partidárias, no mês de junho --, já dá para concluir, pelo conteúdo de cada uma das entrevistas, que a mobilidade urbana será um tema crucial na corrida pelo Palácio 29 de Março.
Com isso, naturalmente, a bicicleta acaba tomando seu espaço no debate público, sendo apontada como parte da solução para o problema da (falta de) mobilidade da cidade.
Por isso mesmo, os pré-candidatos fizeram questão de deixar claras suas intenções no que diz respeito ao pepel do veículo de duas rodas no futuro da capital mais motorizada do país.
O Ir e Vir de Bike selecionou os principais trechos de cada pré-candidato relacionados à mobilidade por bicicleta em Curitiba. Confira o que cada um disse:

Leia os detalhes dessa reportagem em www.gazetadopovo.com.br/blog/irevirdebike

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Bicicletas para todos os lados

       Ciclistas reúnem-se na capital em coletivos e eventos que têm como objetivo mudar a cidade pedalando




       A bicicleta deixou de ser apenas um meio de transporte: em Curitiba, ela se tornou ícone de uma causa coletiva. A despeito da falta de infraestrutura urbana – como ciclovias e ciclofaixas – e do ambiente hostil para quem pedala no trânsito da capital mais motorizada do país, a cidade vê o veículo de duas rodas se transformar em uma bandeira política, em torno da qual militam, lado a lado, “mauricinhos” e anarquistas, patrões e empregados, motoristas e pedestres.
      A causa da bicicleta, defendida de forma isolada por diversos grupos organizados, vem se estruturando e ganhando força. O movimento já encontra representantes no meio cultural e artístico local; tem o apoio incondicional de ambientalistas e organiza encontros semanais e mensais. Além disso, estimulada por ONGs, a bicicleta virou instrumento para promover o exercício da cidadania e conta com a militância de pessoas comuns, que optaram pelo veículo movido a energia humana – ou, como preferem, “movido a arroz e feijão.”
     No último sábado de cada mês, Curitiba se integra a mais 200 cidades em todo o mundo que organizam as chamadas “Bicicletadas”. O movimento, nascido na Espanha com o nome de Massa Crítica, tem por objetivo estimular o uso da bicicleta como veículo de transporte sustentável nas grandes cidades.
     - “Ganhando um porcentual cada vez maior de adeptos, teremos uma cidade mais silenciosa, menos poluída e com mais gente nas ruas. O pedestre e o ciclista vivem em outra cidade, que não a cidade do motorista”, defende o filósofo e ciclista Jorge Brand, que participa da Bicicletada de Curitiba.
      - “Toda pessoa pode se tornar ciclista desde que a cidade ofereça condições de segurança, mas, na capital, não é isso que vemos acontecer”, avalia.
      Ainda assim, a cidade reúne outros grupos em torno da mesma causa.
     O Curitiba Cycles Chic, por exemplo, promove uma aliança entre o mundo da moda e o do pedal, pregando que é possível pedalar com estilo – vestindo terno e gravata ou roupas de grife.
     A agenda ciclística curitibana conta ainda com dois outros encontros semanais: o Pedala Curitiba, realizado pela pre­­­feitura todas às terças-feiras e o Curitiba Bike Night, que ocorre nas noites de quinta-feira.
    O ciclista Roberto Coelho conta que o grupo começou em 2000, como uma reunião de oito amigos que se encontravam após o expediente para um passeio. “Com o tempo a coisa cresceu, começaram a aparecer os amigos dos amigos”, conta o criador do grupo.
   Com o número de ciclistas aumentando, a prefeitura de Curitiba passou a apoiar as pedaladas noturnas, cedendo dois batedores da Diretran para acompanhar o grupo. Até que, há cerca de quatro anos, a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer “incorporou” o evento na agenda oficial do município, rebatizando-o de “Pedala Curi­­­tiba”. Com a mudança de data do evento oficial para as terças-feiras, o grupo “original” permaneceu se encontrando às quintas e hoje reúne cerca de 80 pessoas, pouco menos que o Pedala Curitiba, que tem média de 120 ciclistas por edição.
Ciclistas unidos
    Os ciclistas curitibanos trabalham agora para reunir os diversos movimentos em torno da bicicleta em uma associação que dê força política ao movimento. A entidade, provisoriamente batizada de Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu, deverá ser formalmente constituída no próximo domingo (22). “Vamos unir todos esses grupos que operam de forma dispersa. O objetivo é conseguir alavancar ganhos mais concretos para a bicicleta na cidade”, explica Goura.
    Segundo ele, desde 2005, o coletivo Bicicletada Curitiba já participou de reuniões com prefeitos, vereadores, e técnicos do Instituto de Pesquisa e Pla­­nejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), mas sem grandes avanços. “Tudo depende da vontade política. Há alguns anos houve o anúncio da reforma na Avenida Cândido de Abreu. Pedimos para que o uso da bicicleta fosse incluído no projeto, o que não foi feito. A rede cicloviária da cidade é precária, ruim tanto para o ciclista quanto para o pedestre”, critica.

Confira o vídeo sobre as bicicletas na Alemanha:



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